Skateboarding, filosofia, pensamentos, elocubrações, devaneios, contos, sentimentos, sensações...
domingo, 15 de agosto de 2010
O FILME DO FILME ROUBADO DO ROUBO DA LOJA DE FILMES
sinopse: Assalto a uma
locadora na Zona sul do Rio de janeiro. Curta filmado em celular. Primeiro
filme dirigido pelo músico Marcelo Yuka. Ganhador de 5 prêmios como: melhor
vídeo no festival Guarnicê do Maranhão. Primeiro filme da CIA Brasileira de
Cinema Barato.
Conta com atuações de Lenadro Firmino da Hora e Natalia Laje
Direção; Marcelo Yuka, Paulo silva e Júlio Pecly
Produção: Cavi Borges
Produtora: Cavideo e Companhia Brasileira de Cinema Barato
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Histórias de Amor Duram Apenas 90 Minutos
INFORMAÇÕES DO FILME
Ano de Lançamento: 2010
Nome: Histórias de Amor Duram Apenas 90 Minutos
| Diretor: Paulo Halm |
| Roteirista: Paulo Halm |
| Elenco: Caio Blat, Maria Ribeiro, Luz Cipriota, Daniel Dantas, Lúcia Bronstein |
Gênero: Comédia l Drama
Duração: 93 minutos
Audio: Nacional
Tamanho: 700 Mb
Formato: Avi – DvdRIp
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
ANDANDO E PENSANDO SKATE 1
Ao longo destes quase 40 anos, que retratam de forma não muito exata a existência do skate entre nós. Surge uma questão que aparentemente, talvez, incomodem alguns. A questão é a seguinte, existem duas categorias de skatistas? Ou seja, existe o skatista, que aqui chamarei de skatista com uma “alma” voltada para a construção de um estilo de vida mais autônomo, que especula a cada momento a possibilidade de um exercício de liberdade. E isso se dá, talvez, em sua forma de interpretar o mundo e interagir com ele. Algumas vezes transgredindo e transpassando regras e normas sociais (e políticas) de comportamento. Todavia, há outro skatista que numa avaliação mais simplista neste primeiro momento, se revela, como alguém que também anda de skate, e por isso não será correto excluí-lo do “hall” dos skatistas. Mas nele há a ausência de uma “alma” que o incite a andar em outras pistas, passar por outros obstáculos, criar soluções (e ter uma “certa” aversão a padrões). Este skatista em questão está mais próximo dos padrões convencionais e dos estereótipos vigentes. Comunga com todo o sistema ideológico contemporâneo e segue seu curso irrefletidamente. Consumindo tendências da moda, seus produtos, idéias e ideais.
Suponho que o skatista, ao menos o skatista brasileiro ainda tenha uma determinada resistência a caminhar para uma independência conceitual sobre o próprio fato ou ato de ser skatista. E não quero dizer com isso, que devamos, nós skatistas ficar nos perguntando que categoria de skatistas nós somos. Talvez o que nos distancia desta tal liberdade utópica de sermos algo, alguma coisa, ou quiçá, algum ser, seja a preocupação demasiada em “ser”. Mas a problemática de ser skatista dar-se-á, em para que? Ou para quem tenho que “ser”? Aqui reside parte fundamental do problema. Quando estas questões não são substancialmente desenvolvidas por nós, e não digo “resolvidas” e sim desenvolvidas, desta forma, não são acolhidas por nós, ficam a mercê de outros “organismos” ou “entidades” que farão o papel de nos re-significar ou categorizar.
Algumas vezes, uma re-significação ou categorização segundo exigências mercadológicas. E, em nossa contemporaneidade estamos indissociavelmente atrelados ao sistema capitalista, de forma alguma será aqui redundante salientar que o capitalismo hoje não é somente um sistema econômico, como ao menos, suponho, fomos “informados” na escola, por exemplo. Mas, em verdade, uma realidade material, que incide diretamente em nossas vidas, em nossos pensamentos, reflexões e ações. Ou seja, o capitalismo é um “estilo de vida” (um sistema que visa controlar a vida). “Um sistema que transcende e re-significa a economia, cristalizando-se em nós, sobre uma forma de relacionar conosco e com o mundo. Por exemplo, criando-se uma tríade sujeito (skatista) + capital (dinheiro e seus produtos fantasmáticos) + Valor (a partir do capital determinado pelo mercado) = Outro sujeito (outro skatista)”.
Bom... Um tanto quanto complicado? Talvez sim, talvez não. Irei explicar de outra forma. O que anda ausente há algum tempo, são apropriações e a criatividade (originalidade) desafiando o sistema capitalista, para dar-se uma revolução sobre o nosso hoje conceito de viver e ser skatista.
Bem, talvez esta confusa explanação possa iniciar a clarear quando ao assistirmos os dez primeiros minutos de Lords of Dogtown, de Stacy Peralta (2005). Mas não assistir como mais uma ficção cinematográfica ou uma adaptação-representação audiovisual sobre um fenômeno qualquer, a saber, o skate. E sim devemos assistir deixando fluir toda a nossa apreensão, especular ao máximo e criarmos todos os devaneios possíveis. Desta forma, suponho ser provável interagir melhor com a obra e conseqüentemente, nos ditos dez minutos iniciais começará a sentir seu corpo estranho, muito estranho. E isso se desvela porque neste momento recomeçamos a querer algo, a querer sermos nós, e de alguma forma sentimos intensamente, que algum tempo alguma coisa nos direciona a sermos o nosso contrário, nos recalcamos de tal forma, que em vários momentos do filme, os tenho como uma reconciliação ontológica do skatista com ele mesmo distanciado e dilacerado. Isso nos sensibiliza, nos afeta profundamente. O que se dá a seguir é o nosso estomago embrulhar, nossas pernas tremerem e até o final da obra as lágrimas brotam mente a fora. E talvez vc saiba (ou não) que skatista é ou será. sábado, 7 de agosto de 2010
Mandato de despejo aos mandarins do mundo - Álvaro de Campos, em 1917
Mandato de despejo aos mandarins do mundo
Fora tu, reles esnobe plebeu E fora tu, imperialista das sucatas Charlatão da sinceridade e tu, da juba socialista, e tu, qualquer outro Ultimatum a todos eles E a todos que sejam como eles Todos!
Monte de tijolos com pretensões a casa Inútil luxo, megalomania triunfante E tu, Brasil, blague de Pedro Álvares Cabral Que nem te queria descobrir
Ultimatum a vós que confundis o humano com o popular Que confundis tudo Vós, anarquistas deveras sinceros Socialistas a invocar a sua qualidade de trabalhadores Para quererem deixar de trabalhar Sim, todos vós que representais o mundo Homens altos Passai por baixo do meu desprezo Passai aristocratas de tanga de ouro Passai Frouxos Passai radicais do pouco Quem acredita neles? Mandem tudo isso para casa Descascar batatas simbólicas
Fechem-me tudo isso a chave E deitem a chave fora Sufoco de ter só isso a minha volta Deixem-me respirar Abram todas as janelas Abram mais janelas Do que todas as janelas que há no mundo
Nenhuma idéia grande Nenhuma corrente política Que soe a uma idéia grão E o mundo quer a inteligência nova A sensibilidade nova
O mundo tem sede de que se crie Porque aí está apodrecer a vida Quando muito é estrume para o futuro O que aí está não pode durar Porque não é nada
Eu da raça dos navegadores Afirmo que não pode durar Eu da raça dos descobridores Desprezo o que seja menos Que descobrir um novo mundo
Proclamo isso bem alto Braços erguidos Fitando o Atlântico
E saudando abstractamente o infinito."
Álvaro de Campos, em 1917
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
LACRIMAE RARUM
Zizek é um filósofo contemporâneo com uma marcante leitura sobre os estudos de Lacan.
Em seu livro intitulado, Lacrimae Rarum ,ele apresenta ensaios sobre algumas obras cinematográficas modernas, abordando a produção e direção de alguns realizadores, tais como Krzysztof Kieślowski, Alfred Hitchcock, Andrei Tarkovski, David Lynch e Andy Wachowski, Larry Wachowski.
Zizek mostra imagens que são tão familiares quanto fabricadas, evidenciando como as histórias, mesmo que críticas, nos fornecem um panorama estático da realidade. São feitas de denúncias cínicas de mazelas, contra-balanceadas por uma crença irracional na ‘essência da situação’, de modo que a ficção concede legitimidade ideológica ao real.
Segundo o autor, em prefácio para a edição brasileira, “embora totalmente desiludidos, tais personagens são daqui e aqui devem ficar, esse sofrimento é seu mundo, eles lutam para encontrar um sentido na vida dentro dessas coordenadas, e não para ir à luta recorrendo a meio radical qualquer”.
Já nas palavras de Sérgio Rizzo, que assina a orelha da obra, “a erudição de Slavoj Zizek não caminha apenas sobre as pedras da filosofia, da psicanálise e da cultura erudita, mas também, e com idêntica desenvoltura, sobre o universo fabular para consumo de massas criado pela indústria do entretenimento, com destaque para a hollywoodiana”. (http://www.boitempo.com/livro_completo.php?isbn=978-85-7559-134-5)
Segundo o autor, em prefácio para a edição brasileira, “embora totalmente desiludidos, tais personagens são daqui e aqui devem ficar, esse sofrimento é seu mundo, eles lutam para encontrar um sentido na vida dentro dessas coordenadas, e não para ir à luta recorrendo a meio radical qualquer”.
Já nas palavras de Sérgio Rizzo, que assina a orelha da obra, “a erudição de Slavoj Zizek não caminha apenas sobre as pedras da filosofia, da psicanálise e da cultura erudita, mas também, e com idêntica desenvoltura, sobre o universo fabular para consumo de massas criado pela indústria do entretenimento, com destaque para a hollywoodiana”. (http://www.boitempo.com/livro_completo.php?isbn=978-85-7559-134-5)
Neste primeiro momento estou disponibilizando o ensaio intitulado David Lynch ou a arte do sublime ridículo. Neste ensaio o autor tece explanações filosóficas por um viés lacaniano, mas sem os rotineiros psicologismos e filosofemas, quiçá, comuns (infelizmente) nas produções intelectuais e "pseudo-acadêmicas", em nossa contemporaneidade. Segue então, o já referido ensaio e as obras cinematográficas citadas (disponibilizadas para download), para uma melhor e maior degustação.
domingo, 1 de agosto de 2010
HABITAT (skateboarding) - MOSAIC
habitat mosaic
Gosto muito deste vídeo por vários motivos, as sessions, e isso inclui a forma singular de andar de skate intrínseca a cada skatista, os picos escolhidos e os "obstáculos" ali presentes. Não menos importante, a trilha sonora da o gás necessário para viajar durante toda a exibição do vídeo. Ainda, a forma com que o vídeo foi montado ou criado me chamou a atenção, pois de alguma forma retrata que o skateboarding vai além de "certos" estereótipos, e de forma sutil demonstra-o através do audiovisual (o que há algum tempo os vídeos da Transworld Skateboarding vem apontando).
Dois "rolés" me tiraram da zona de conforto e me fizeram dropar a "transição" nada perfeita que é a minha vida, porém é um desafio que me dá muito prazer em superá-lo (seja acertando ou nas tentativas - e não quero dizer com isso que gosto de "errar", mas curto as tentativas.), me atentei aos rolés de Stefan Janoski e do Jason Dill (quão bom é vê-los neste vídeo...).
Featuring: Tim O’Connor, Fred Gall, Ed Selego, Rob Plunowski, Brian Wenning, Danny Renaud, Stefan Janoski, Danny Garcia, Kerry Getz, and guest appearances by The Sovereign Sect.
ARQUIVO X (Todas as temporadas)
| The X-Files | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Ficheiros Secretos (PT) Arquivo X (BR) | |||||
David Duchovny e Gillian Anderson, protagonistas da série | |||||
| Informação geral | |||||
| Formato | Seriado | ||||
| Gênero | ficção científica, paranormal,sobrenatural, terror, suspense,aventura, drama | ||||
| Classificação etária | 14 anos | ||||
| Duração | 45 minutos | ||||
| Criador | Chris Carter | ||||
| País de origem | |||||
| Idioma original | Inglês | ||||
| Produção | |||||
| Elenco original | David Duchovny Gillian Anderson Mitch Pileggi Robert Patrick Annabeth Gish | ||||
| Exibição | |||||
| Emissora de televisão original | |||||
| Emissora(s) de televisão lusófona(s) | Mostrar lista | ||||
| Formato de exibição | SD | ||||
| Transmissão original | 10 de Setembro de 1993 - 19 de Maiode 2002 | ||||
| Qt. de temporadas | 9 | ||||
| N. de episódios | 202 (lista de episódios) | ||||
| Cronologia | |||||
| |||||
| Portal Televisão · Projeto Televisão | |||||
Assinar:
Postagens (Atom)


















